Eu estou realmente muito puto. Aguentamos a proibição de barulho à noite, depois o vinagrete no pastel da feira, o álcool nos estúdios da rádio uol, a proliferação em larga escala de academias de ginásticas e lan houses (sim, já falamos sobre tudo isso, inclusive já dedicamos até um programa inteiro sobre isso). Mas agora vão proibir fumar nos bares. Para mim é a gota d'agua. Está na hora de pegar em armas, não nos resta alternativa.
Conclamamos nossos ouvintes para o panelaço, o protesto público, o harakiri, a luta armada, basta! Como disse o outro, já já vão proibir neguinho de cheirar pó escondido no banheiro. É o cúmulo.
Mas tudo bem, porque depois do Laerte e da interminável reforma no estúdio, o que acabou acarretando em severas crises de abstinência no Reinaldão, temos a presença ilustríssima da atriz Martha Nowill (faremos as devidas apresentações).
O detalhe é que entre as peças na Praça Roosevelt, ela encontra tempo (e dinheiro) para viajar à Moscou e Paris. Aliás, ela está de malas prontas para viajar a Paris, mas nosso tema central com a Martha, além de Ana Cristina Cesar e as peças, será a RUSSIA, que finalmente revela-se como a única saída viável de modelo político, já que alí ainda se pode fumar nos bares.
Falaremos sobre a Russia, sobre a reforma do estúdio, Ana Cristina Cesar e sobre todo o resto. Mas só no próximo programa.
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