Artistas de A a Z
Ajuda
ProgramasThat Jazz

17/07/2009

UOL That Jazz homenageia Billie Holiday nos 50 anos de sua morte

Da Redação
Divulgação

Billie Holiday, que morreu em 17 de julho de 1959

O UOL That Jazz desta semana presta homenagem aos 50 anos da morte de Billie Holiday. O programa apresenta gravações de diversos momentos da carreira da cantora, desde gravações com pequenos grupos de jazz, nos anos 30, até as gravações finais, dos anos 50.

 

128K

Músicas que fazem parte dessa edição

  1. Billie Holiday - "What a Little Moonlight Can Do" (H. Woods)
  2. Billie Holiday - "Havin' Myself a Time" (Ralph Rainger/Leo Robin)
  3. Billie Holiday - "The Very Thought of You" (Ray Noble)
  4. Billie Holiday - "I Can't Started" (I. Gershwin/V. Duke)
  5. Billie Holiday - "Body and Soul" (Edward Heyman/Robert Sour/Frank Eyton/Johnny Green)
  6. Billie Holiday - "Lover Man (Oh, Where Can You Be?)" (Jimmy Davis/JimmySherman/Roger "Ram" Ramirez)
  7. Billie Holiday - "What is This Thing Called Love?" (Cole Porter)
  8. Billie Holiday - "God Bless The Child" (B. Holiday/A. Herzog)
  9. Billie Holiday - "Don't Explain" (B. Holiday/A. Herzog)
  10. Billie Holiday - "Lady Sings the Blues" (B. Holiday/H. Nichols)
  11. Billie Holiday - "Violets For Your Furs" (Adair/Dennis)
  12. Billie Holiday - "My Man" (M. Yvain/J. Charles/A. Willermitz/C. Pollock)
  13. Billie Holiday - "April in My Heart" (Hoagy Carmichael/Helen Meinardi)
  14. Billie Holiday - "April in Paris" (V. Duke/E. Harburg)
  15. Billie Holiday - "Autumn in New York" (Vernon Duke)

Billie Holiday nasceu no dia 7 de abril de 1915, em Baltimore, com o nome de Eleanora Fagan. Vivendo com a mãe longe do pai, enfrentou uma série de dificuldades ainda menina: foi estuprada por um vizinho aos dez anos e aos 12 já estava trabalhando em uma casa de prostituição, onde ouviu gravações de Bessie Smith e Louis Armstrong pela primeira vez.

Começou a carreira em 1930, época em que ela e sua mãe haviam sido ameaçadas de despejo por causa de dívidas do aluguel de casa. O desespero colocou Billie nas ruas, em busca de dinheiro. Batendo na porta de uma boate, se ofereceu para ser dançarina, mas não teve sucesso. Foi quando o pianista da casa perguntou se ela sabia cantar. Billie soltou a voz em "Travelin All Alone" e ganhou um emprego.

Fazendo pequenos shows em casas noturnas, Billie atraiu a atenção do aclamado crítico e caçador de talentos Joe Hammond e conseguiu gravar seu primeiro disco, com a big band do compositor e clarinetista Benny Goodman. A "Lady Day" seguiu cantando com outras big bands e consagrou-se como uma das primeiras mulheres negras a subir ao palco com uma banda de brancos. No currículo, acrescentou trabalhos em orquestras de Duke Ellington, Teddy Wilson e Artie Shaw.

Sua carreira também ficou marcada pela parceria com o saxofonista Lester Young, que lhe deu o título de "Lady Day". Juntos, gravaram cerca de 50 músicas. Entre a segunda metade dos anos 30 e durante vários períodos dos anos 40 e 50, Young e Holiday dividiram o palco e o estúdio de gravações.

Já com sucesso rodeando seu nome, na década de 1940 Billie passou por momentos de depressão e se entregou às drogas. O vício refletiu também em sua voz. Toda sua história foi biografada no livro "Lady Sing the Blues", lançado em 1956. Dois anos depois, em 17 de julho de 1959, Billie Holiday morreu aos 44 anos, em Nova York, em decorrência de problemas decorrentes do consumo de álcool e drogas.

Shopping UOL

Incrível: NotebookVárias marcas a partir de
R$ 1.299!
WebCamDiversos modelos
a partir de
R$ 34,20!
Roteador WirelessInternet sem fio a partir de
R$ 99.
Rádio UOL no TwitterMais twitters do UOL
Hospedagem: UOL Host